Conheça... Carnivale

Olá queridos!

Já devem ter visto alguns dos fragmentos que tenho soltado aqui no blog desse romance, então, nada mais justo que apresentá-lo devidamente a vocês. Este talvez seja o romance mais avançado na fase de escrita que tenho depois de Nemo. 

Espero que apreciem...

Porque agora que revisei as 100 primeiras páginas estou louca para vê-lo impresso. ♥



Veneza, 2009.

Dois irmãos... uma viagem no tempo...

Helen e John são ladrões profissionais, que após vingarem a morte dos pais tomaram gosto pela ladroagem e continuaram a roubar. Helen não está nem um pouco feliz com isso e quer mudar. O último roubo deles será em Veneza e grandes encrencas os levaram para a Itália do século dezessete.

Veneza, 1657.

Um amor além do tempo... vidas em perigo...

Tudo que Carlo não queria era um novo casamento, mas sua filha precisava de uma mãe. Após muita insistência sua tia o convence a se encontrar com uma velha amiga no baile de Carnivale, só não esperava esbarrar em uma misteriosa jovem ferida e tê-la para sempre em seu coração e talvez em sua vida...


Desilusão por Rhaysa Kiltts

Nossa! Encontrei mais um poema escrito por mim, e resolvi publicá-lo para vocês. Sim, eu também notei que minha alma andava ou anda um pouco negra. 

Quando escrevi estava realmente me sentindo inspirada pelo momento gótico que vivia, mas hoje esse poema condiz bem com minha realidade... um pouco desiludida com vida, mas nada que me leve a desistir de tentar e sonhar. Nem tudo está perdido e sempre podemos recomeçar tudo do zero não é mesmo?

Esse é mais um dos meus turbulentos momentos escritos e ainda mais virá esta semana para vocês.

♥ Desilusão ♥

Há tanto silencio lá fora
E um grande vazio aqui dentro.
Não consigo manter-me ausente,
Não consigo ser distante...
Naquele velho caderno encardido
Encontram-se as lembranças...
As minhas lembranças.
Tudo agora me parece negro.
As cores do outro lado da fria vidraça permanecem.
Aquela rosa metida entre as paginas velhas parece rir.
Sim, mesmo morta seus murchos espinhos ainda são capazes de rasgar minha carne
E escarnecer da minha dor.
Antes tudo parecia tão estável, tão verdadeiro.
Mas descobri que a dor da partida é ainda mais real.
Aquele aroma de primavera um dia voltará, mas até quanto terei de aguardar?
É dura a dor da espera, é duro sonhar e não ver se tornar real.
É fácil ver o arco-iris, mas será impossível encontrar o pote de ouro.
Depois da tempestade sempre vem a calmaria...
Estarei eu apta a continuar meu trajeto no caminho da vida?
Ou serei mais uma alma a vagar no vazio da desilusão?

Rhaysa Kiltts

Escuridão por Rhaysa Kiltts

Bom dia queridos!

Hoje trago um dos meus poema, eu tinha outros vários, mas os perdi com o tempo, infelizmente. Este poema aqui comporá Nemo, não o escrevi para tal, mas acho que combinará com a temática, pois foi algo escrito em um momento bem sombrio de minha vida e calhou de bater com o enredo do romance.

Espero que gostem, pois trarei mais algumas novidades essa semana :) 

♥ Escuridão ♥

Na silente noite vago, sem rumo e sem aprumo
Caminho por caminhos escuros de estranha beleza
Ressuscitando meus demônios
Únicas companhias em minhas noites vazias
Caminho, como a mariposa em direção a luz
Conheço a morte,
Mas só vejo a beleza no brilhar da esperança
Onde poucos vêem beleza vejo a mais bela delas.
Na escuridão onde a bruma recobre o solo e a lua ilumina os enjeitados da luz
Vivo a caminhar, sem rumo e sem aprumo.
Apenas a esperar o momento em que a sinistra beleza já não me apetecer
E de mim nada restar a não ser um pobre e solitário coração sombrio
Que viverá a pulsar, mesmo que nada de mim restar.
Como que a implorar por atenção,
Definhando em sonhos e desejos nunca confessos.
Encobertos pela escuridão que me envolve
E que parece não querer sair de mim
Como raízes cravadas na terra.
Intocáveis.
Então caminho por aí, na esperança de um dia poder, enfim, encontrar esta ínfima luz que poderá arder em mim.

Rhaysa Kiltts.

Escrever sobre Amor...

Lembro-me de quando ainda estava no ensino médio e minha professora de língua portuguesa, em uma das suas aulas de literatura, esnobou uma das minhas redações dizendo que escrever sobre amor é muito fácil, isso me deixou profundamente triste, pois não acredito que seja assim.

Falar de amor é algo muito profundo e nem todos conseguem transcrever um sentimento tão intenso. 

Não digo isso por me achar grande escritora, mas é por ser desta maneira que um bom escritor deve relatar e tratar este sentimento chamado amor... Ele tem de ser escrito com alma, com o coração. E mesmo aqueles que não tenham amado, ou conhecido o amor pleno, ter a certeza de que esse sentimento reside dentro de ti e grita para sair é algo único e mágico.

Obviamente todos os sentimentos e emoções tem de estar à flor da pele para se escrever qualquer tema em uma obra de ficção, mas compreender e escrever sobre o amor exige um pouco mais de ternura e tato.

Apenas os que não foram agraciados com o dom de amar é que não sabem o real sentido do que estou dizendo, não entendem o significado e a importância do amor, seja ele em sua vida pessoal ou obra literária. 

É fácil dizer que o amor é simples, quando se vive ele de forma superficial. E ele é ainda mais fácil quando tratado apenas como uma palavra que as mulheres gostam de ouvir.

Vamos pensar no que foi dito?

Será que sabemos amar ou temos o sentimento do amor dentro de nós? 

Muita gente pensará que sim, porque amar é fácil, mas será que amamos da forma correta? Será que o expressamos como ele realmente é?

Acho que enfim, começamos a compreender o que escrevi até agora. Sim, amar é fácil, quando o tratamos como um ponto geral, mas ele se torna um tanto quanto complexo quando temos de expressá-lo. 

Imagine você leitor, que acredita que a expressão do amor é um tanto quanto complicada, como é difícil para um escritor expressá-la em palavras escritas de forma cativante e emocionante. Como leitora digo, que os melhores livros que li, foram aqueles que tocaram meu coração e provavelmente esta também é sua realidade não é mesmo? E por experiencia própria posso dizer que são poucos os que conseguem por este sentimento em um romance.

Não sei ainda como os leitores receberam meus trabalhos e realmente espero poder cativá-los, mas isso é algo que terei de esperar um pouco para conseguir. Sei que não agradarei a todos, mas tenham a certeza de que se escrevi a presença dos sentimentos mais profundos do meu coração estiveram presentes.



Conheça... Ensina-me a Amar

Ensina-me a Amar é um projeto de longa data. Um romance que comecei a escrever com dezoito anos, porém perdi todo o trabalho quando formatei o computador e para aumentar o azar havia salvo o arquivo como atalho, resumindo fracasso total.

Agora alguns anos depois pretendo retomar essa estória de amor repleta de drama e segredos inimagináveis. Onde um homem marcado pelo passado reaprenderá a amar....


Cornualha, 1810. 

Quando os pais de Keira aceitam a oferta de passar algum tempo no interior da Cornualha na casa de um amigo de guerra de seu irmão, ela não fazia a menor ideia de que encontraria uma mansão repleta de mistérios e fantasmas. 

O passado daquela mansão a instiga a investigar a morte da esposa do misterioso lorde, que nunca é visto perambulando pela residência em decadência. A descoberta de um diário será a chave de todo o mistério que envolve aquela mansão e aquele homem.

Quem Sou...

Rhaysa Kiltts é o pseudônimo adotado pela autora após sua mãe tê-lo criado para ela. Raíssa Nantes é leitora viciada em fantasia e romances sobrenaturais. Acredita que lobisomens são uma das criaturas sobrenaturais menos admiradas e menos trabalhadas da história da literatura sobrenatural. Encara o amor de forma romântica porém madura. É louca por felinos e aves de rapina. Está sempre ouvindo Heavy Metal, Gothic Metal, Doom, Viking Metal e etc... Sua banda favorita é Type O Negative. A música é sua principal inspiração.

Quando não está trabalhando ou escrevendo. Dedica seu tempo a leitura e a manutenção do seu blog de noticias e resenhas literárias. Quando está muito inspirada faz estágio para ser hippie fazendo artesanato em biscuit ou crochê.